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Archive for janeiro, 2010

É Hora do Espetáculo!

Posted by Ruy Manhães On janeiro - 30 - 2010

É hora do Espetáculo!!!

Teatro interior largoQuando Charles Spurgeon nos advertiu a respeito daqueles que “gostariam de unir igreja e palco, baralho e oração, danças e ordenanças”, foi menosprezado como um alarmista. Mas a profecia de Spurgeon se cumpriu diante de nossos olhos. As igrejas modernas são construídas assemelhando-se a teatros (“casas de divertimento”, Spurgeon as chamou). Em lugar do púlpito, o enfoque está no palco. As igrejas estão contratando, em regime de tempo integral, especialistas em mídia, consultores de programação, diretores de cenas, professores de teatro, peritos em efeitos especiais e coreógrafos.

Tudo isso não passa da extensão natural de uma filosofia norteada por marketing seguida pelas igrejas. Se a igreja funciona apenas com o objetivo de promover um produto, é bom mesmo que seus líderes prestem atenção aos métodos da Avenida Madison. Afinal, a maior competição para a igreja é um mundo repleto de diversões seculares e uma gama de bens e serviços mundanos. Portanto, dizem os especialistas em marketing, jamais conquistaremos as pessoas até que desenvolvamos formas alternativas de entretenimento a fim de ganhar-lhes a atenção e a lealdade, desviando-as das ofertas do mundo. Desta forma, esse alvo estipula a natureza da campanha de marketing.

E o que há de errado nisso? Por um lado, a igreja não deveria mercadejar seu ministério, como sendo uma alternativa aos divertimentos seculares (1 Ts 3.2-6). Isto acaba corrompendo e barateando a verdadeira missão da igreja. Não somos apresentadores de carnaval, ou vendedores de carros usados, ou camelôs. Somos embaixadores de Cristo (2 Co 5.20). Conhecendo o temor do Senhor (v. 11), motivados pelo amor a Cristo (v. 14), tendo sido completamente transformados por Ele (v. 17), imploramos aos pecadores que se reconciliem com Deus (v. 20).

Também, em lugar de confrontar o mundo com a verdade de Cristo, as mega-igrejas norteadas por marketing estão promovendo com entusiasmo as piores tendências da cultura secular. Alimentar o apetite das pessoas por entretenimento apenas agrava o problema das emoções insensatas, da apatia e do materialismo. Com toda franqueza, é difícil conceber uma filosofia de ministério mais contrária ao padrão que o Senhor nos confiou.Proclamar e expor a Palavra, visando o amadurecimento e a santidade dos crentes deveria ser âmago do ministério de toda igreja. Se o mundo olha para a igreja e vê ali um centro de entretenimento, estamos transmitindo a mensagem errada. Se os cristãos enxergam a igreja como um salão de diversões, a igreja morrerá. Uma senhora, inconformada com sua igreja, que tinha abraçado todas essas excentricidades modernas, queixou-se recentemente: “Quando é que a igreja vai parar de tentar entreter os bodes e voltar a alimentar as ovelhas?”

Nas Escrituras, nada indica que a igreja deveria atrair as pessoas a virem a Cristo através do apresentar o cristianismo como uma opção atrativa. Quanto ao evangelho, nada é opcional: “E não há salvação,em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (At 4.12). Tampouco o evangelho tem o objetivo de ser atraente, no sentido do marketing moderno. Conforme já salientamos, freqüentemente a mensagem do evangelho é uma “pedra de tropeço e rocha de escândalo” (Rm 9.33; 1 Pe 2.8). O evangelho é perturbador, chocante, transtornador, confrontador, produz convicção de pecado e é ofensivo ao orgulho humano. Não há como “fazer marketing” do evangelho bíblico. Aqueles que procuram remover a ofensa, ao torná-lo entretenedor, inevitavelmente corrompem e obscurecem os pontos cruciais da mensagem. A igreja precisa reconhecer que sua missão nunca foi a de relações públicas ou de vendas; fomos chamados a um viver santo, a declarar a inadulterada verdade de Deus — de forma amorosa, mas sem comprometê-la — a um mundo que não crê.

J MacArthur.

Extraido de: Josemar Bessa – Sola gratia.

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Educação dos filhos na pós modernidade.

Posted by Ruy Manhães On janeiro - 30 - 2010

Princípio da autoridade na educação dos filhos na pós modernidade.

PRINCÍPIO DA AUTORIDADE

O esvaziamento do poder das autoridades devidamente constituídas é uma das claras características desses tempos pós-moderno. O que se vê são professores reféns de alunos; pastores com medo das ovelhas e pais subordinados aos seus próprios filhos. Crise de autoridade, esse é o nome. Até mesmo a Bíblia, que em dias passados exercia supremacia e influencia perante a sociedade, hoje já não é aceita como autoridade – senão religiosa, e olha lá. Ainda, o próprio Estado tem tido a sua interferência na vida dos cidadãos restringida, imperando-se o pensamento de que cada pessoa é responsável pelo sua própria vida, sem que ninguém precise dizer o que ela pode ou não fazer, sempre a pretexto da liberdade.

“VÓS, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra”. (Ef. 6.1-3)

De toda sorte, o apóstolo Paulo já havia “pintado” o cenário atual, denominado-o de tempos trabalhosos, afirmando que nos últimos dias haveriam homens desobedientes a pais e mães (2Tm. 3.2). É claro que a desobediência existe

desde a primeira família; mas o que o apóstolo dos gentios pretendia dizer com isso, inspirado pelo Espírito Santo, é que a desobediência contra pais e mães seria uma característica predominante desse período, onde a rebeldia, o desrespeito e a insubordinação generalizada contra os pais seriam condutas normais dentro do cotidiano social. É o que constatamos.

Segundo a Bíblia, o pai é a legitima autoridade do lar. Ele é o cabeça da família. Aquele que detém a autoridade. Esse princípio deve ser entendido, praticado e defendido. Não se concebe que filhos se rebelem contra seu genitores, e isso seja considerado como uma prática normal.

Por outro lado, não se confunde autoridade com autoritarismo. Autoridade é legitima, o autoritarismo não. Este é o exercício ditatorial do poder dentro de casa, fazendo com que os filhos cresçam não com respeito, mas com medo de seus pais, pois tudo quanto fazem ou dizem são rapidamente censurados, corrigidos e castigados. A truculência, a tirania, e a imposição não fazem parte da verdadeira autoridade, afinal ao invés de contribuir para o crescimento e o fortalecimento da família, promove o distanciamento dos seus entes, os quais partem em busca do seu próprio espaço.

por Valmir Nascimento Milomem Santos.

Extraído do Sítio: Pedagogia Reformacional.

Soli Deo Gloria.

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características do período pós-moderno.

Posted by Ruy Manhães On janeiro - 26 - 2010

O período histórico em que vivemos chamado de pós moderno, possui algumas características que confritam diretamente com o cristianismo bíblico. Faz-se necessário portanto conhece-las e combate-las no interior da igreja de Cristo.

Abaixo uma lista retirada do blog Pedagogia reformacional.

Hedonismo – o prazer acima de tudo;
Relativismo – a verdade e a moral são relativas;
Pluralismo – tolerância a qualquer custo;
Pragmatismo – os fins justificam os meios;
Secularismo – Rejeição da religiosidade e da atuação da igreja na sociedade;
Liberalismo – liberdade sem limites;
Antropocentrismo – o homem, e não Deus, é o centro de todas as coisas.

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Pecadores nas mãos de um Deus irado.

Posted by Ruy Manhães On janeiro - 25 - 2010

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Carta da misericórdia.

Posted by Ruy Manhães On janeiro - 25 - 2010

Carta do Pr Xavier a I. B. Memorial da Tijuca.

Pr Xavier, Pr Xavier, pastoreou a I.B. Memorial da Tijuca de 31/03/1991 a fevereiro de 2008

Pr Xavier, pastoreou a I.B. Memorial da Tijuca de 31/03/1991 a fevereiro de 2008

Quando o apóstolo Paulo escreveu aos Gálatas, ele ficou impressionado sobre quão facilmente eles estavam sucumbindo à tentação da auto-justiça, ou seja, pensarem que Deus lhes devia algo por serem ou fazerem alguma coisa por ELE, de modo a que Deus ficasse lhes devendo algo.
Ontem foi uma tarde e noite muito difíceis para mim e quase caí nesta armadilha sutil e perigosa. Sofri muito com dores inenarráveis, pois o alimento não conseguia passar e tive alguns episódios de vômito. Naquelas horas senti Deus tão distante, e comecei a experimentar um tipo de autocomiseração. Fiquei me lembrando de tantas palavras boas que tenho ouvido sobre minha vida, meu ministério, pessoas me lembrando de quão importante fui a determinado momento da vida delas, de ações como pastor, de como tenho servido de exemplo em meio a este sofrimento, a maneira como tenho me portado, etc…
Enquanto sofria, me via quase que cobrando de Deus o alívio para aquele sofrimento ou a cura imediata, afinal ele curou tanta gente que nada fizera por ele e ali estava eu, seu servo, com uma boa folha de serviço, sofrendo. Não era justo. Ele tinha que fazer alguma coisa.
Durante a noite, já sem a dor, comecei a orar e Deus parecia tão distante. Não sei se pude entender exatamente as palavras de Jesus na cruz: “Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste”…, mas passou perto!!! Parecia que eu falava para as paredes. Lembrei-me do diálogo de Deus com Jó, quando diante da grandeza e da majestade de Deus, Jó decide simplesmente botar a mão sobre a boca e não falar mais nada.
Decidi tomar a mesma decisão, que é muito sábia. Porém, mais do que me mostrar quem Ele é, Deus começou a mostrar quem eu era, e aí comecei a cair na real. Vi-me sentindo ciúmes de tantos colegas que estão com suas igrejas em retiro, estão voltando das férias para reiniciar os seus ministérios, ou estão começando um novo ministério cheio de planos e idéias.  E ali estava eu numa cama, impotente, cheio de autocomiseração, auto justiça, achando que era mesmo um exemplo, aceitando todas aquelas boas palavras sobre mim, quando na verdade eu tenho medos, dúvidas, questionamentos, pouca fé, ansiedade.
Até para escrever esta carta tenho medo de passar uma imagem de humildade que não existe. Foi quando me lembrei, e que boa lembrança, “que Deus provou o seu amor para comigo sendo eu ainda um PECADOR”. Onde a vida cristã começa e continua. Deus decidiu me amar e continuar a me amar, a despeito de mim mesmo. Eu não sou mesmo exemplo de nada, mas um servo inútil, e por favor não desmintam a Bíblia, e saibam que isto se aplica a todos nós, mesmo aqueles que querem pensar diferente. Deus não reparte a glória dEle com ninguém. Se tenho conseguido “segurar” as pontas, é porque a graça e a misericórdia dEle se manifestam na minha fraqueza, em toda a plenitude da minha fraqueza, física, espiritual, moral, etc.
O apóstolo Paulo tem uma dimensão desta graça que me deixa sempre envergonhado.  Sempre reconheceu que era o principal dos pecadores. E que tudo o que fazia e tinha, era somente devido à graça de Jesus.
Sou grato a Deus pelo sofrimento e por esta tarde e noite que me tem feito enxergar isso, e que têm me ajudado a me abandonar aos cuidados dEle.  Foi difícil rasgar a minha folha de serviços prestados. Mas acredito que consegui fazê-lo. Agora não tenho nada para me apresentar diante dEle, a não ser tão somente os méritos de Seu Filho Jesus, por isso tenho dado a esta carta o título de Carta da Misericórdia”.

Extraído do sítio Prazer da palavra.

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